#5 Tu não desistes dos teus objetivos...

Olá, olá!

Se tens feito os exercícios e as reflexões que sugerimos até agora, já deves ter notado que há dias em que é fácil alinhar com o que queres. E outros... em que parece impossível.

Isso não significa que estás a falhar.

Significa que és human@. E isso é importante para esta jornada.

Já sabes que a diferença para tudo o que já tentaste antes é que aqui a pessoa que és está no centro e orienta tudo!

Hoje queremos falar-te sobre quando desistimos dos objetivos:

💡A maior causa para desistirmos dos nossos objetivos… não é falta de capacidade. É falta de espaço para sermos quem somos enquanto os perseguimos e, principalmente, falta de compromisso connosco.

Desistimos não dos planos, mas de nós - porque é fácil deixarmos o que queremos para último na lista de tarefas.

Quantas vezes traçaste metas com entusiasmo, mas lá pelo meio sentiste-te a desligar?! O foco em ti desceu. A energia para continuares a investir no que querias desapareceu. As obrigações, os "tenho que" e "devia" ocuparam o lugar do teu objetivo.

Não porque querias desistir. Mas porque nos ensinaram a investir em tudo menos em nós.

É simples desinvestir do que queremos, faltar ao compromisso connosco - já que a sociedade nos ensinou que o prioritário é o compromisso e palavra que damos às outras pessoas (e, de preferência, ao trabalho).

O compromisso mais importante é o que defines contigo!

🧠 O "segredo" para não desistirmos de nós é identificar que isto está a acontecer e escolher ajustar para regressarmos ao plano.

Então, no final de cada dia, e depois no final de cada semana, confirma:

  • Estive a fazer coisas que me aproximam do meu objetivo? Ou deixei-me levar apenas pelas obrigações?

  • O que perco em abdicar do meu objetivo? O que ganho em abdicar? O que perco em concretizar o meu objetivo? O que ganho em concretizar?

  • Como posso reforçar este compromisso comigo?

 

💡A produtividade verdadeira é feita de presença, não de pressão.

E se não tiveres atenção aos teus ciclos de energia e à forma como te sentes ao longo do caminho… é fácil perderes-te.

 

Por isso, propomos-te uma nova abordagem:

Em vez de te cobrares por “parar a meio”, começa a escutar-te durante; e a adaptar.

O caminho só é sustentável se te inclui a ti. Com os teus altos e baixos, os teus ritmos, as tuas emoções, as pausas que precisas e com os ganhos que já estão a acontecer - mesmo antes de chegares ao destino.

O segredo não é continuar sempre.

É saber parar e depois continuar.

🧠 Posto isto, propomos-te o seguinte:

1. Conhece os teus ciclos de energia

Durante esta e a próxima semana, anota:

  • Em que altura do dia sentes um maior foco?

  • Quando sentes mais cansaço ou distração?

  • Que tipo de tarefas te drenam e que tarefas energizam?

Sugestão: usa cores diferentes num calendário ou planner para visualizares esses ciclos.

 

2. Monitoriza(-te) com gentileza

Ao final de cada dia (ou 2x/semana), responde:

  • Como me senti hoje com o que fiz?

  • Estou mais perto do que quero ou apenas a ocupar-me?

  • Em que momento me senti bem comigo - e porquê?

 

3. Celebra o durante

Escolhe um objetivo em que estejas a trabalhar e escreve:

  • Três sinais de progresso (que não dependem de resultados finais).

  • Três coisas que já ganhaste só por teres começado.

  • Uma forma de te celebrares esta semana - mesmo que ainda não tenhas terminado.

Se quiseres, podes registar por escrito estas respostas e ir acrescentando com o tempo.

 

🎯 No próximo artigo vamos desmistificar a ideia de que tudo depende de força de vontade.

 

(Re)Vê tudo na página da jornada:

Lembra-te!

Acompanhares-te é a melhor forma de não te abandonares a meio.

Não estás aqui para render; estás aqui para viver com sentido - esse é o valor do autocompromisso.

 

Obrigada por te escolheres, um passo de cada vez.